Diversos desses ativistas traziam experiências anteriores no Movimento LGBTI+, como John McCarthy (falecido em 2021) e Jorge Caê Rodrigues, participantes, ainda em 1978, do Grupo Somos e depois nos anos 80 do Grupo Auê, no Rio de Janeiro, coletivos pioneiros do ativismo LGBTI+ no Brasil.
Essas experiências iniciais já apontavam para a importância da organização política articulada à produção de memória e ao registro histórico. Outras/os fundadoras/es do Grupo Arco-Íris, como Augusto Andrade (seu primeiro presidente) e Luiz Carlos Freitas, participaram, junto com Pedro Toste, Leila Maria e outras/os ativistas, do Grupo Cultural Ilê Ofé, um grupo de dança afro criado na década de 1980 e com destaque para suas atividades no início dos anos 1990, permanecendo em atividade até hoje sob a liderança do coreógrafo Charles Nelson. Essas experiências culturais carregavam uma forte preocupação com a memória das expressões artísticas negras, LGBTI+ e periféricas, reforçando a importância da guarda de acervos e da valorização das trajetórias coletivas.
A entrada do ativista Cláudio Nascimento no Grupo Arco-Íris, poucos meses após sua fundação, reforça ainda mais esse eixo da memória do ativismo. Vindo de uma trajetória de militância no Movimento LGBTI+ da Baixada Fluminense, Cláudio já carregava a compreensão de que a história do Movimento precisava ser registrada, sistematizada e preservada como parte fundamental da luta por direitos e do enfrentamento à LGBTIfobia.
Fonte: Target Assessoria, 2026.
Diversos desses ativistas traziam experiências anteriores no Movimento LGBTI+, como John McCarthy (falecido em 2021) e Jorge Caê Rodrigues, participantes, ainda em 1978, do Grupo Somos e depois nos anos 80 do Grupo Auê, no Rio de Janeiro, coletivos pioneiros do ativismo LGBTI+ no Brasil.
Essas experiências iniciais já apontavam para a importância da organização política articulada à produção de memória e ao registro histórico. Outras/os fundadoras/es do Grupo Arco-Íris, como Augusto Andrade (seu primeiro presidente) e Luiz Carlos Freitas, participaram, junto com Pedro Toste, Leila Maria e outras/os ativistas, do Grupo Cultural Ilê Ofé, um grupo de dança afro criado na década de 1980 e com destaque para suas atividades no início dos anos 1990, permanecendo em atividade até hoje sob a liderança do coreógrafo Charles Nelson. Essas experiências culturais carregavam uma forte preocupação com a memória das expressões artísticas negras, LGBTI+ e periféricas, reforçando a importância da guarda de acervos e da valorização das trajetórias coletivas.
A entrada do ativista Cláudio Nascimento no Grupo Arco-Íris, poucos meses após sua fundação, reforça ainda mais esse eixo da memória do ativismo. Vindo de uma trajetória de militância no Movimento LGBTI+ da Baixada Fluminense, Cláudio já carregava a compreensão de que a história do Movimento precisava ser registrada, sistematizada e preservada como parte fundamental da luta por direitos e do enfrentamento à LGBTIfobia.
A celebração teve caráter simbólico e político, reunindo militantes, artistas e representantes históricos do movimento, da cultura e da arte, homenageando trajetórias fundamentais para a fortalecimento das ações em prol da cidadania LGBTI+ no país.
Em 2008, com os projetos Laços e Acasos — voltado para jovens lésbicas — e Entre Garotos — voltado para jovens gays e pessoas trans —, liderado, no primeiro momento, por Marcio Caetano, com equipe de coordenação formada Joana Schoeder, Cleber Vicente, Paulo Leite e alguns anos após por Marcelle Esteves e Cleber Vicente, o Grupo Arco-Íris aprofundou a reflexão sobre a importância de iniciativas de memória voltadas à juventude, possibilitando que novas gerações conhecessem a história das lutas e resistências do Movimento LGBTI+.
Ainda em 2008, dando continuidade a esse caminho de valorização histórica, o Grupo Arco-Íris realizou, no Centro Cultural Maria Thereza, na Rua da Carioca, a Mostra dos 15 anos da entidade. A iniciativa foi conduzida pela então presidente Gilza Rodrigues, com a participação de ativistas Márcio Caetano, Jussara Bernardes e Almir França, e outras pessoas colaboradoras. A mostra apresentou ao público uma narrativa sobre a trajetória institucional do Grupo Arco-Íris, suas ações políticas, culturais e comunitárias, reafirmando a centralidade da memória como instrumento de fortalecimento do Movimento LGBTI+.
Já em 2013, celebrando os 20 anos do Grupo Arco-Íris, foi realizada uma nova mostra no Parque das Ruínas, em Santa Teresa. A ação ocorreu sob a presidência de Júlio Moreira, com a atuação dos diretores Alejandro Pobes e Marcelle Esteves, e outras pessoas ativistas e colaboradoras. A exposição aprofundou o olhar sobre duas décadas de ativismo, articulando memória institucional, conquistas políticas, desafios enfrentados e a permanência da luta por direitos, visibilidade e dignidade da população LGBTI+.
Posteriormente, o Grupo Arco-Íris participou, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), da proposta de criação do Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas, iniciativa que deu origem a uma importante produção audiovisual e a diversas ações no campo da história oral do ativismo LGBTI+ no Brasil. Entre 2017 e 2018, foi desenvolvido o projeto para narrar os 40 anos do Movimento LGBTI+ brasileiro, resultando no lançamento em 2019 do livro fotobiográfico “Quando ousamos existir” e em 2022, na produção do documentário de longa-metragem “Quando Ousamos Existir | Uma História do Movimento LGBTI Brasileiro”, de autoria de Cláudio Nascimento e Márcio Caetano, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas, o Grupo Arco-Íris e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), além da produção de dois documentários de curta-metragem sobre João W. Nery e Jovanna Cardoso.
Nesse mesmo período, o Grupo Arco-Íris aprovou um projeto junto ao Ministério dos Direitos Humanos, com emenda parlamentar da Deputada Federal Jandira Feghali, que possibilitou a implantação do Centro de Documentação João Antônio Mascarenhas do Grupo Arco-Íris, entre 2018 e 2019. A partir desse projeto, novas parcerias acadêmicas e institucionais foram estabelecidas, incluindo a aproximação com o Grupo Museologia Experimental e Imagem, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), por meio do professor Bruno Brulon, que articulou a participação da professora Silvilene Morais, figuras centrais no processo de estruturação museológica do projeto.
Em 2021, esse processo de fortalecimento da proposta de museu ganha um impulso decisivo com a cessão, pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, de um prédio de quatro andares, localizado na Rua da Carioca, nº 45, no Centro do Rio de Janeiro. Essa cessão representou um marco estruturante, pois criou as condições materiais necessárias para abrigar os programas e projetos do Grupo Arco-Íris, bem como o Museu Movimento LGBTI+, permitindo a guarda adequada de acervos e a realização de ações museológicas, educativas e culturais de forma permanente.
Crédito: Daniel Sá, 2026.
Fonte: Target Assessoria, 2026.
Durante esse processo de amadurecimento, a Arte e Cultura Transformista assumem papel de destaque. Artistas e produtoras/es culturais passam a reivindicar a necessidade de preservar figurinos, objetos cênicos, registros e narrativas do transformismo no Rio de Janeiro, compreendendo essas expressões como parte fundamental da resistência cultural LGBTI+, especialmente durante os anos de repressão e censura e logo após na luta contra a Aids, especialmente na década de 1990 e no fortalecimento das Paradas do Orgulho LGBTI+ nos anos 2000. Destaca-se, nesse contexto, a atuação de Almir França, estilista e ativista, grande entusiasta e empreendedor da Cultura e Arte Transformista, que passa a organizar acervos de figurinos e registros cênicos com o objetivo de preservar a história do transformismo na cidade do Rio de Janeiro. Sua atuação fortalece a compreensão do transformismo como linguagem artística, política e identitária de resistência, além de promover a articulação com cantoras, performers e ativistas, ampliando o campo da memória cultural LGBTI+.
Nesse mesmo movimento, a cantora e ativista trans, Jane Di Castro, assume papel fundamental ao reivindicar ações que garantissem a preservação da memória de artistas que resistiram durante a ditadura militar, muitas das quais tiveram suas trajetórias apagadas ou silenciadas.
Sua atuação, entre as décadas de 90 até 2021, reafirma a centralidade da memória artística como parte indissociável da memória política do Movimento LGBTI+, especialmente nas Paradas do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro. Ao lado dela, a cantora e transformista, Lorna Washington, também se engaja nesse processo, compartilhando a preocupação com a guarda de acervos, figurinos e registros históricos, contribuindo para consolidar o entendimento de que essas trajetórias artísticas na cena cultural carioca constituem patrimônio cultural e histórico do Movimento LGBTI+ e da Cidade do Rio de Janeiro.
Em 2022, dando continuidade a esse percurso e avançando na reflexão conceitual para a prática museológica estruturada, o Grupo Arco-Íris estabeleceu parceria com a Musas Projetos Museológicos, juntamente com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), por meio do Grupo de Pesquisa Museologia Experimental e Imagem, e com a Universidade Federal de Pelotas, por meio do Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas. O projeto contou com o apoio do Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro. A partir dessa articulação, foi desenvolvido, já em 2023, um projeto de organização e qualificação de parte do acervo histórico do Grupo Arco-Íris, com vistas à estruturação de ações museológicas concretas e permanentes. Esse processo resultou na realização da primeira Exposição “Amor e Luta”, na Mostra Itinerante Manifesta+, dedicada à história da Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro, bem como na constituição dos Memoriais da Arte e Cultura Transformista e das Cantoras Lésbicas.
Essas iniciativas obtiveram grande repercussão e êxito ao longo de 2023, consolidando a trajetória do Grupo Arco-Íris no campo da memória e da museologia social e marcando a transição de ações pontuais para uma prática orgânica, contínua e estruturada de preservação e difusão da memória LGBTI+. Paralelamente, projetos contemporâneos desenvolvidos pelo Grupo Arco-Íris passaram a dialogar de forma direta com a construção da memória e da história das lutas e resistências da comunidade LGBTI+. Um exemplo emblemático é o Coro LGBTI+ do Rio de Janeiro, formado por pessoas da comunidade LGBTI+, que vem desenvolvendo trabalhos musicais e concertos temáticos que narram trajetórias de resistência, afirmação e existência, por meio de repertórios compostos por obras de compositoras/es, cantoras/es e artistas da comunidade LGBTI+, transformando a música em instrumento de memória, educação e afirmação política.
Da mesma forma, espetáculos da Arte e Cultura Transformista, seminários e encontros sobre o Movimento LGBTI+ — realizados anualmente e que tradicionalmente antecedem a realização da Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro — também cumprem papel central na preservação e difusão da memória do Movimento, reforçando a compreensão da cultura como dimensão estratégica da luta política e da resistência histórica da população LGBTI+.
A Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro, a primeira do Brasil, criada em 1995 e que completou 30 anos de existência em 2025, constitui-se como uma das ações mais longevas da história do Movimento LGBTI+ no Brasil. Ao longo de suas edições, a Parada nunca deixou de expressar, por meio de seus slogans, pautas políticas e reivindicações públicas, a história viva das resistências, dos enfrentamentos à LGBTIfobia e das conquistas de direitos, funcionando como um verdadeiro arquivo vivo da memória do movimento.
É nesse contexto que o Museu Movimento LGBTI+ se afirma como consolidação institucional de uma trajetória histórica de ativismo, resistência e produção de memória. O museu surge não como um ponto de chegada isolado, mas como o desdobramento natural de décadas de luta, organização comunitária, produção cultural e compromisso político com o direito à memória. A partir dele, o Grupo Arco-Íris passa a estruturar, de forma permanente e acessível, uma ação museológica capaz de difundir essa história para a comunidade LGBTI+ e para a sociedade em geral, reafirmando a memória como ferramenta de justiça histórica, democracia, educação, cidadania e transformação social.
Ao longo de sua trajetória, o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+ realizou diversos esforços sistemáticos para rememorar, valorizar e celebrar seus próprios períodos de atuação, compreendendo que a preservação da memória institucional é parte indissociável da história mais ampla do Movimento LGBTI+ no Brasil.
Essas iniciativas, realizadas ao longo de diferentes gestões, demonstram que o investimento na memória foi uma prática recorrente e estruturante do Grupo Arco-Íris, apesar de que nem sempre consciente. Ao promover exposições, homenagens, celebrações e ações culturais voltadas à rememoração de sua própria história, o Grupo construiu bases sólidas para o entendimento da memória como direito, ferramenta política e patrimônio cultural, preparando o terreno conceitual, simbólico e institucional que mais tarde possibilitaria a criação do Museu Movimento LGBTI+.
A parceria com o Ministério das Comunicações, do Governo Federal, por meio do Programa de Inclusão Digital, contribuiu de forma significativa para o fortalecimento da infraestrutura do Museu Movimento LGBTI+. Em novembro de 2025, foram doados computadores destinados à estruturação do atendimento a pesquisadoras e pesquisadores, bem como à comunidade LGBTI+ interessada no acesso ao acervo do museu.
Essa iniciativa foi fundamental para o fortalecimento da inclusão digital no espaço do Museu Movimento LGBTI+, ampliando o acesso à informação, à pesquisa e à memória, além de qualificar as condições de atendimento ao público e de desenvolvimento das ações educativas, culturais e de preservação da história do movimento LGBTI+.
A parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia, foi fundamental para o fortalecimento institucional do Grupo Arco-Íris. Em 2021, essa articulação possibilitou a conquista do imóvel de quatro andares destinado à sede do Grupo Arco-Íris, marco estratégico para a consolidação de seus programas e ações.
A partir dessa conquista, o Grupo Arco-Íris passou a abrigar, de forma integrada, seus diversos programas, com destaque para o Museu Movimento LGBTI+, que inaugurou, no mês de março, seu espaço físico no segundo andar do prédio cedido. O museu conta com área expositiva, espaço destinado a pesquisadoras e pesquisadores, centro de documentação, reserva técnica e ambientes distribuídos pelos quatro andares do imóvel, possibilitando a realização de ações de educação museológica, atividades formativas, encontros, pesquisas e ações culturais.
Essa parceria representa um avanço significativo na garantia do direito à memória, à cultura e à cidadania da população LGBTI+, ao fortalecer políticas públicas de enfrentamento à LGBTIfobia e de valorização das trajetórias, lutas e conquistas do movimento no estado do Rio de Janeiro.
A parceria com o Coletivo GENMA foi realizada no período de 2022 a 2023, no contexto da realização das mostras itinerantes e da exposição “Amor e Luta”, com foco no fortalecimento das ações educativas, formativas, de acessibilidade e inclusão do Museu Movimento LGBTI+.
O Coletivo GENMA é uma organização sem fins lucrativos, com atuação nos campos da gestação e da nutrição museológica, desenvolvendo metodologias voltadas à educação museal e à mediação cultural.
No âmbito dessa parceria, foram desenvolvidas as seguintes ações:
Essa parceria contribuiu para a qualificação das práticas educativas do Museu Movimento LGBTI+, em consonância com os princípios da museologia social, comunitária e inclusiva adotados pela instituição.
A parceria com a University of St Andrews, iniciada em 2023 e mantida até os dias atuais, insere o Museu Movimento LGBTI+ em um contexto internacional de cooperação acadêmica, institucional e cultural.
Essa cooperação se materializa por meio do apoio da universidade a projetos de estruturação do museu e iniciativas acadêmicas, contribuindo diretamente para:
A parceria institucional no campo da memória com a Aliança Nacional LGBTI+, iniciada em 2023 e em curso até os dias atuais, tem papel estratégico na ampliação nacional das ações do Museu Movimento LGBTI+.
A partir de 2024, essa cooperação se estrutura por meio do projeto Amor e Luta – Arte, Cultura e Memória LGBTI no Rio de Janeiro, financiado por emenda parlamentar da deputada federal Jandira Feghali, executado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
No âmbito dessa parceria destacam-se:
A parceria com o Empório Almir França, iniciada em 2002 e mantida até os dias atuais, constitui um dos vínculos mais duradouros no campo da Arte e Cultura Transformista e da preservação da memória estética e cênica do Movimento LGBTI+.
Essa parceria envolve:
A parceria com a Musas Projetos Museológicos, desenvolvida exclusivamente nos anos de 2022 e 2023, foi determinante para a passagem do Museu Movimento LGBTI+ da concepção à prática museológica estruturada.
Nesse período, a Musas atuou diretamente na organização, qualificação e ativação de parte do acervo histórico do Grupo Arco-Íris, possibilitando:
A parceria com a Universidade Federal de Pelotas, por meio do Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas, teve início em 2016 e permanece ativa até os dias atuais, constituindo uma das articulações mais longevas e estruturantes da trajetória do Museu Movimento LGBTI+.
Ao longo desse período, a cooperação se materializou em diversas frentes:
Atualmente, o Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas segue como parceiro estratégico na estruturação do Museu Movimento LGBTI+ e integra o Conselho Gestor do museu, contribuindo para a definição de diretrizes conceituais, técnicas e metodológicas do programa museológico.
(2016 – atual)
A parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) iniciou-se em 2019 e permanece ativa até os dias atuais, sendo central para o amadurecimento conceitual, metodológico e técnico do Museu Movimento LGBTI+ enquanto um projeto de museologia social, comunitária e experimental.
Essa articulação ocorre no âmbito de projetos de extensão universitária com base na museologia experimental, bem como por meio de assessoria, consultoria e acompanhamento técnico em museologia, voltados à estruturação dos projetos do museu e à consolidação de suas políticas de preservação, documentação, difusão, educação museal, acessibilidade e participação social.
A parceria envolve: