Reportagem: O MUNDO NÃO NASCEU BIPOLARIZADO

Reportagem do Jornal O Dia – 13 de Outubro de 2008. Título da Reportagem: “O MUNDO NÃO NASCEU BIPOLARIZADO”. Data e jornal indicados no cantos superiores. “Deus salve os suburbanos, alguns u-ó, mas a maioria do bem, competentes e inteligentérrimos”. (Página 5)

Jornal O DIA – 28 de junho de 2003

Jornal O DIA – 30 de junho de 2003. Título da Reportagem: “Pré-parada”. “Cores do arco-íris e camisetas temáticas são as eleitas do desfile mais alegre da cidade”. (Trecho retirado da Página 1)

Jornal O DIA – 30 de junho de 2003

Jornal O DIA – 30 de junho de 2003. Título da Reportagem: “Gay sim, e daí?”. “Parada contra o preconceito reúne 150 mil em festa democrática em Copacabana”. (Trecho retirado da Página 1)

Jornal O DIA – 30 de junho de 2003 – ano: 53 – nº 18.645

Jornal O DIA – 30 de junho de 2003 – ano: 53 – nº 18.645. Título da Reportagem: “COM ORGULHO”. Data e jornal indicados no canto superior. A reportagem trata de ” A Orla do Rio ficou mais colorida ontem, quando 150 mil pessoas, segundo estimativa da PM, participaram da Parada do Orgulho Gay Carioca, […]

Jornal O Dia.

Jornal O Dia – 15 de Outubro de 2007. Título da Reportagem: “Sem preconceito”. Data e jornal indicados no cantos superiores. A reportagem trata da Parada Gay que reúne mais de um milhão em Copacabana na luta contra a homofobia”.

Jornal O Dia – 15 de Outubro de 2007 – Ano 57 – 1ª Edição

Jornal O Dia – 15 de Outubro de 2007 – Ano 57 – 1ª Edição. Título da Reportagem: “MULTIDÃO CONTRA O PRECONCEITO”. Data e jornal indicados no cantos superiores. A reportagem trata de 1,2 milhão de pessoas em defesa dos direitos dos homossexuais.”. (Trecho retirado da página 1).

Reportagem: Matheus Solano defende Jorge

Reportagem do Jornal O Dia – 31 de março de 2010. Título da Reportagem: “Matheus Solano defende Jorge”. Data e jornal indicados no cantos superiores. A reportagem trata de “Intérprete dos gêmeos de “Viver a Vida acha que arquiteto é injustiçado. Na preferencia do público de “Viver a vida”, Miguel vence Jorge. Mas o intérprete […]

Jornal O Dia – 7 de setembro de 2009 – Ano 59 – 1ª Edição

Jornal O Dia – 7 de setembro de 2009 – Ano 59 – 1ª Edição. Título da Reportagem: “Pacificação ainda não pôs fim à homofobia”. Data e jornal indicados no cantos superiores. A reportagem trata de “Homossexuais de comunidades ocupadas acusam PMs de agressão.” (Trecho retirado da página 2).

Jornal O Dia – 19 de setembro de 2003 – Ano 5 – N°6093

Jornal O Dia – 19 de setembro de 2003 – Ano 5 – N°6093. Título da Reportagem: “ISTO NÃO VAI ACABAR BEM”. Data e jornal indicados no cantos superiores. A reportagem trata de “Presidente das torcidas organizadas do Flamengo desaconselha a presença da Fla-Gay no jogo de amanhã, contra o Goiás, no Maracanã, e ainda […]

Jornal O Dia – 8 de setembro de 2009 – Ano 59 – 1ª Edição

Jornal O Dia – 8 de setembro de 2009 – Ano 59 – 1ª Edição. Título da Reportagem: ” HOMOFOBIA AUMENTA NÚMERO DE CASOS DE EVASÃO ESCOLAR”. Data e jornal indicados no cantos superiores. A reportagem trata de “Cerca de 20% dos alunos gays acabam abandonando as salas de aula devido a preconceito. Discriminação também […]

(2025 – atual)

Ministério das Comunicações – Governo Federal | Programa de Inclusão Digital

A parceria com o Ministério das Comunicações, do Governo Federal, por meio do Programa de Inclusão Digital, contribuiu de forma significativa para o fortalecimento da infraestrutura do Museu Movimento LGBTI+. Em novembro de 2025, foram doados computadores destinados à estruturação do atendimento a pesquisadoras e pesquisadores, bem como à comunidade LGBTI+ interessada no acesso ao acervo do museu.

Essa iniciativa foi fundamental para o fortalecimento da inclusão digital no espaço do Museu Movimento LGBTI+, ampliando o acesso à informação, à pesquisa e à memória, além de qualificar as condições de atendimento ao público e de desenvolvimento das ações educativas, culturais e de preservação da história do movimento LGBTI+.

(2021 – atual)

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos | Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia

A parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia, foi fundamental para o fortalecimento institucional do Grupo Arco-Íris. Em 2021, essa articulação possibilitou a conquista do imóvel de quatro andares destinado à sede do Grupo Arco-Íris, marco estratégico para a consolidação de seus programas e ações.

A partir dessa conquista, o Grupo Arco-Íris passou a abrigar, de forma integrada, seus diversos programas, com destaque para o Museu Movimento LGBTI+, que inaugurou, no mês de março, seu espaço físico no segundo andar do prédio cedido. O museu conta com área expositiva, espaço destinado a pesquisadoras e pesquisadores, centro de documentação, reserva técnica e ambientes distribuídos pelos quatro andares do imóvel, possibilitando a realização de ações de educação museológica, atividades formativas, encontros, pesquisas e ações culturais.

Essa parceria representa um avanço significativo na garantia do direito à memória, à cultura e à cidadania da população LGBTI+, ao fortalecer políticas públicas de enfrentamento à LGBTIfobia e de valorização das trajetórias, lutas e conquistas do movimento no estado do Rio de Janeiro.

(2022 e 2023)

Coletivo GENMA

A parceria com o Coletivo GENMA foi realizada no período de 2022 a 2023, no contexto da realização das mostras itinerantes e da exposição “Amor e Luta”, com foco no fortalecimento das ações educativas, formativas, de acessibilidade e inclusão do Museu Movimento LGBTI+.

O Coletivo GENMA é uma organização sem fins lucrativos, com atuação nos campos da gestação e da nutrição museológica, desenvolvendo metodologias voltadas à educação museal e à mediação cultural.

No âmbito dessa parceria, foram desenvolvidas as seguintes ações:

  • Elaboração de material formativo para voluntárias/os e mediadoras/es, com orientações para o trabalho de educação museal;
  • Realização de curso de formação e treinamento para mediadoras/es, educadoras/es e voluntárias/os, visando à atuação nas mostras itinerantes e na exposição Amor e Luta;
  • Acompanhamento das atividades de mediação museal durante o período expositivo;
  • Implementação de ações de orientação e apoio em acessibilidade e inclusão da exposição.

Essa parceria contribuiu para a qualificação das práticas educativas do Museu Movimento LGBTI+, em consonância com os princípios da museologia social, comunitária e inclusiva adotados pela instituição.

(2023 – atual)

University of St Andrews

A parceria com a University of St Andrews, iniciada em 2023 e mantida até os dias atuais, insere o Museu Movimento LGBTI+ em um contexto internacional de cooperação acadêmica, institucional e cultural.

Essa cooperação se materializa por meio do apoio da universidade a projetos de estruturação do museu e iniciativas acadêmicas, contribuindo diretamente para:

  • A estruturação do espaço físico do Museu Movimento LGBTI+;
  • A contratação de parte da equipe do museu;
  • A compra de equipamentos, como computadores, escâneres, entre outros;
  • A realização de intercâmbios acadêmicos, pesquisas e debates internacionais;
  • A ampliação da circulação internacional das narrativas históricas do Movimento LGBTI+ brasileiro.

(2023 – atual)

Aliança Nacional LGBTI+

A parceria institucional no campo da memória com a Aliança Nacional LGBTI+, iniciada em 2023 e em curso até os dias atuais, tem papel estratégico na ampliação nacional das ações do Museu Movimento LGBTI+.

A partir de 2024, essa cooperação se estrutura por meio do projeto Amor e Luta – Arte, Cultura e Memória LGBTI no Rio de Janeiro, financiado por emenda parlamentar da deputada federal Jandira Feghali, executado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

No âmbito dessa parceria destacam-se:

  • A catalogação de itens do acervo do Centro de Documentação João Antônio Mascarenhas, vinculado ao Museu;
  • A realização de curso sobre memória LGBTI+ com abrangência nacional;
  • Apoio à publicação do Guia de Orientação e Cuidado de Acervos LGBTI+ do Museu;
  • Apoio à realização de concertos, oficinas de canto-coral e ações culturais;
  • Apoio a campanhas de reconhecimento e proteção do patrimônio cultural LGBTI+, como a campanha pelo tombamento do túmulo de Madame Satã, realizada pelo Museu.

(2002 – atual)

Empório Almir França

A parceria com o Empório Almir França, iniciada em 2002 e mantida até os dias atuais, constitui um dos vínculos mais duradouros no campo da Arte e Cultura Transformista e da preservação da memória estética e cênica do Movimento LGBTI+.

Essa parceria envolve:

  • Apoio técnico na identificação, registro e cuidado de figurinos históricos;
  • Doação de figurinos destinados ao Memorial da Arte e Cultura Transformista (Memorial Trans);
  • Colaboração em ações de cenografia, ambientação e expografia de exposições e mostras itinerantes;
  • Valorização do figurino como documento histórico, artístico, político e identitário da resistência cultural LGBTI+.

(2022 e 2023)

Musas Projetos Museológicos

A parceria com a Musas Projetos Museológicos, desenvolvida exclusivamente nos anos de 2022 e 2023, foi determinante para a passagem do Museu Movimento LGBTI+ da concepção à prática museológica estruturada.

Nesse período, a Musas atuou diretamente na organização, qualificação e ativação de parte do acervo histórico do Grupo Arco-Íris, possibilitando:

  • A estruturação, por meio de projeto técnico, da Exposição “Amor e Luta”;
  • A realização da Mostra Itinerante Manifesta+, dedicada à história da Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro;
  • O fortalecimento das práticas de curadoria, expografia, projeto arquitetônico e comunicação museológica.

(2019 – atual)

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) | Grupo Museologia Experimental e Imagem / Escola de Museologia

A parceria com a Universidade Federal de Pelotas, por meio do Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas, teve início em 2016 e permanece ativa até os dias atuais, constituindo uma das articulações mais longevas e estruturantes da trajetória do Museu Movimento LGBTI+.

Ao longo desse período, a cooperação se materializou em diversas frentes:

  • Produção do documentário de longa-metragem Quando Ousamos Existir | Uma História do Movimento LGBTI Brasileiro e de curtas-metragens sobre trajetórias de ativistas;
  • Desenvolvimento de produções audiovisuais compostas por entrevistas de diversas pessoas do ativismo e outras ações no campo da história oral do ativismo LGBTI+;
  • Apoio à produção de exposições, mostras e ações culturais;
  • Consultoria e assessoria técnica em história, memória e organização de acervos;
  • Produção editorial, com destaque para o livro Quando Ousamos Existir, que registra os 40 anos do Movimento LGBTI+ no Brasil (1978 – 2018).

Atualmente, o Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas segue como parceiro estratégico na estruturação do Museu Movimento LGBTI+ e integra o Conselho Gestor do museu, contribuindo para a definição de diretrizes conceituais, técnicas e metodológicas do programa museológico.

Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas

(2016 – atual)

Universidade Federal de Pelotas

A parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) iniciou-se em 2019 e permanece ativa até os dias atuais, sendo central para o amadurecimento conceitual, metodológico e técnico do Museu Movimento LGBTI+ enquanto um projeto de museologia social, comunitária e experimental.

Essa articulação ocorre no âmbito de projetos de extensão universitária com base na museologia experimental, bem como por meio de assessoria, consultoria e acompanhamento técnico em museologia, voltados à estruturação dos projetos do museu e à consolidação de suas políticas de preservação, documentação, difusão, educação museal, acessibilidade e participação social.

A parceria envolve:

  • Consultoria direta para a elaboração, revisão e aprovação do Plano Museológico (2023);
  • Apoio à definição de princípios éticos e políticas de acervo;
  • Consultoria e assessoria na concepção de publicações, exposições e mostras itinerantes;
  • Desenvolvimento de pesquisas, projetos e levantamentos históricos sobre a memória do Movimento LGBTI+;
  • Articulação e desenvolvimento de projetos de extensão e pesquisa acadêmica.