Jornal Homo Sapiens – Ano II, nº 12, agosto/setembro 1999.

Jornal Homo Sapiens – Ano II, nº 12, agosto/setembro 1999. Capa: diversas manchetes e três fotografias em preto e branco. Manchete: “Justiça gaúcha admite união homossexual”; “Miss Bahia Gay 99 anima New Look”; “Aposentado é morto por esganamento em SP; “Site do GGB ganha prêmio nacional”.

Jornal Homo Sapiens – Ano V, novembro/dezembro 2001.

Jornal Homo Sapiens – Ano V, novembro/dezembro 2001. Capa: fotografia colorida de uma mulher negra pintando o seu rosto. Manchete: “Candomblé e homossexualidade – Terreiros são visualizados”. “E para nosso deleite, já havia, naquela época, registro da presença de homossexuais nos terreiros. Em 29 de outubro de 1870, o jornal O Alabama referia-se a um […]

Jornal Homo Sapiens – Ano VI, novembro/dezembro 2002 e janeiro 2003.

Jornal Homo Sapiens – Ano VI, novembro/dezembro 2002 e janeiro 2003. Capa: fotografia em preto e branco de homem negro. Manchete: “Pierre Verger – O complô do Silêncio”. “Pierre Verger, ao ter medo e vergonha de proclamar que era apaixonado pelos negros baianos, foi vítima da própria homofobia internalizada.”. (Página 6)

Jornal Homo Sapiens – Ano VI, janeiro/fevereiro de 2002.

Jornal Homo Sapiens – Ano VI, janeiro/fevereiro de 2002. Capa: fotografia colorida da cantora Cássia Eller. Manchete: “Saudades da menina-moleque – GGB sai na frente em defesa da viúva de Cássia”. “Cássia Eller morre deixando a viúva e um filho criado por ambas. Um filho e um patrimônio. Nada oficializado, nada garantindo os direitos de […]

Jornal Homo Sapiens – Ano IV, junho/agosto de 2001.

Jornal Homo Sapiens – Ano IV, junho/agosto de 2001. Capa: duas fotografias coloridas, uma maior do que a outra. À esquerda: a fotografia menor, quatro homens fincando a bandeira LGBTI+ em uma montanha. À direita: fotografia maior, uma dragqueen sentada em uma caixa amarela, azul e com estrelas brancas, ela usa um body e um […]

Boletim do Grupo Gay da Bahia – nº 31, ano XVI, junho/julho 1996

Capa: fundo branco. Parte superior: em fundo de cor vinho, texto em branco “BOLETIM DO GRUPO GAY DA BAHIA, N° 31, ANO XVI, JUNHO/JULHO 1996 – C.P.2552 – SALVADOR, BAHIA, BRAZIL – Fone/Fax: [071] 3222552 – Assinatura Anual: Brasil R$5,00 – Exterior: US$10”. Ao centro: texto em cor vinho “CONTRATO DE UNIÃO CIVIL ENTRE PESSOAS […]

Folder: Primeira Parada do Orgulho Gay da Bahia

Folder de fundo rosa. À esquerda: triangulo branco com preto, com dois bonequinhos em preto de mãos dadas correndo. À direita: texto nas cores preto e branco “Primeira Parada do Orgulho Gay da Bahia – UM CONVITE À LIBERDADE. APAREÇA. 14 DE JUNHO (DOMINGO) A PARTIR DAS 14H CAMPO GRANDE – FAÇA SEXO SEGURO. USE […]

Boletim do Grupo Gay da Bahia – nº 32, ano XVI, agosto/setembro 1996

Capa: fundo branco. Parte superior: em fundo verde, texto em branco “BOLETIM DO GRUPO GAY DA BAHIA, N° 32, ANO XVI, AGOSTO/SETEMBRO 1996 – C.P.2552 – SALVADOR, BAHIA, BRAZIL – Fone/Fax: [071] 3222552 – Assinatura Anual: Brasil R$5,00 – Exterior: US$10”. Ao centro: texto em verde “PADRES E PASTORES ABENÇOAM A UNIÃO CIVIL HOMOSSEXUAL”. Parte […]

Boletim do Grupo Gay da Bahia – nº 34, ano XVII, março/abril 1997

Capa: fundo branco. Parte superior: em fundo rosa, texto em branco “BOLETIM DO GRUPO GAY DA BAHIA, N° 34, ANO XVII, MARÇO/ABRIL 1997 – C.P.2552 – SALVADOR, BAHIA, BRAZIL – Fone/Fax: [071] 3222552 – Assinatura Anual: Brasil R$10,00 – Exterior: US$10”. Ao centro: texto em rosa “SEXO ORAL”. Parte inferior: texto informativo em rosa. “A […]

Boletim do Grupo Gay da Bahia – nº 35, ano XVII, maio/junho 1997

Capa: fundo branco. Parte superior: em fundo marrom, texto em branco “BOLETIM DO GRUPO GAY DA BAHIA, N° 35, ANO XVII, MAIO/JUNHO 1997 – C.P.2552 – SALVADOR, BAHIA, BRAZIL – Fone/Fax: [071] 3222552 – Assinatura Anual: Brasil R$10,00 – Exterior: US$10”. Ao centro: texto em marrom “Número Especial: II Conferência Nacional de Direitos Humanos, Brasília […]

(2025 – atual)

Ministério das Comunicações – Governo Federal | Programa de Inclusão Digital

A parceria com o Ministério das Comunicações, do Governo Federal, por meio do Programa de Inclusão Digital, contribuiu de forma significativa para o fortalecimento da infraestrutura do Museu Movimento LGBTI+. Em novembro de 2025, foram doados computadores destinados à estruturação do atendimento a pesquisadoras e pesquisadores, bem como à comunidade LGBTI+ interessada no acesso ao acervo do museu.

Essa iniciativa foi fundamental para o fortalecimento da inclusão digital no espaço do Museu Movimento LGBTI+, ampliando o acesso à informação, à pesquisa e à memória, além de qualificar as condições de atendimento ao público e de desenvolvimento das ações educativas, culturais e de preservação da história do movimento LGBTI+.

(2021 – atual)

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos | Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia

A parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia, foi fundamental para o fortalecimento institucional do Grupo Arco-Íris. Em 2021, essa articulação possibilitou a conquista do imóvel de quatro andares destinado à sede do Grupo Arco-Íris, marco estratégico para a consolidação de seus programas e ações.

A partir dessa conquista, o Grupo Arco-Íris passou a abrigar, de forma integrada, seus diversos programas, com destaque para o Museu Movimento LGBTI+, que inaugurou, no mês de março, seu espaço físico no segundo andar do prédio cedido. O museu conta com área expositiva, espaço destinado a pesquisadoras e pesquisadores, centro de documentação, reserva técnica e ambientes distribuídos pelos quatro andares do imóvel, possibilitando a realização de ações de educação museológica, atividades formativas, encontros, pesquisas e ações culturais.

Essa parceria representa um avanço significativo na garantia do direito à memória, à cultura e à cidadania da população LGBTI+, ao fortalecer políticas públicas de enfrentamento à LGBTIfobia e de valorização das trajetórias, lutas e conquistas do movimento no estado do Rio de Janeiro.

(2022 e 2023)

Coletivo GENMA

A parceria com o Coletivo GENMA foi realizada no período de 2022 a 2023, no contexto da realização das mostras itinerantes e da exposição “Amor e Luta”, com foco no fortalecimento das ações educativas, formativas, de acessibilidade e inclusão do Museu Movimento LGBTI+.

O Coletivo GENMA é uma organização sem fins lucrativos, com atuação nos campos da gestação e da nutrição museológica, desenvolvendo metodologias voltadas à educação museal e à mediação cultural.

No âmbito dessa parceria, foram desenvolvidas as seguintes ações:

  • Elaboração de material formativo para voluntárias/os e mediadoras/es, com orientações para o trabalho de educação museal;
  • Realização de curso de formação e treinamento para mediadoras/es, educadoras/es e voluntárias/os, visando à atuação nas mostras itinerantes e na exposição Amor e Luta;
  • Acompanhamento das atividades de mediação museal durante o período expositivo;
  • Implementação de ações de orientação e apoio em acessibilidade e inclusão da exposição.

Essa parceria contribuiu para a qualificação das práticas educativas do Museu Movimento LGBTI+, em consonância com os princípios da museologia social, comunitária e inclusiva adotados pela instituição.

(2023 – atual)

University of St Andrews

A parceria com a University of St Andrews, iniciada em 2023 e mantida até os dias atuais, insere o Museu Movimento LGBTI+ em um contexto internacional de cooperação acadêmica, institucional e cultural.

Essa cooperação se materializa por meio do apoio da universidade a projetos de estruturação do museu e iniciativas acadêmicas, contribuindo diretamente para:

  • A estruturação do espaço físico do Museu Movimento LGBTI+;
  • A contratação de parte da equipe do museu;
  • A compra de equipamentos, como computadores, escâneres, entre outros;
  • A realização de intercâmbios acadêmicos, pesquisas e debates internacionais;
  • A ampliação da circulação internacional das narrativas históricas do Movimento LGBTI+ brasileiro.

(2023 – atual)

Aliança Nacional LGBTI+

A parceria institucional no campo da memória com a Aliança Nacional LGBTI+, iniciada em 2023 e em curso até os dias atuais, tem papel estratégico na ampliação nacional das ações do Museu Movimento LGBTI+.

A partir de 2024, essa cooperação se estrutura por meio do projeto Amor e Luta – Arte, Cultura e Memória LGBTI no Rio de Janeiro, financiado por emenda parlamentar da deputada federal Jandira Feghali, executado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

No âmbito dessa parceria destacam-se:

  • A catalogação de itens do acervo do Centro de Documentação João Antônio Mascarenhas, vinculado ao Museu;
  • A realização de curso sobre memória LGBTI+ com abrangência nacional;
  • Apoio à publicação do Guia de Orientação e Cuidado de Acervos LGBTI+ do Museu;
  • Apoio à realização de concertos, oficinas de canto-coral e ações culturais;
  • Apoio a campanhas de reconhecimento e proteção do patrimônio cultural LGBTI+, como a campanha pelo tombamento do túmulo de Madame Satã, realizada pelo Museu.

(2002 – atual)

Empório Almir França

A parceria com o Empório Almir França, iniciada em 2002 e mantida até os dias atuais, constitui um dos vínculos mais duradouros no campo da Arte e Cultura Transformista e da preservação da memória estética e cênica do Movimento LGBTI+.

Essa parceria envolve:

  • Apoio técnico na identificação, registro e cuidado de figurinos históricos;
  • Doação de figurinos destinados ao Memorial da Arte e Cultura Transformista (Memorial Trans);
  • Colaboração em ações de cenografia, ambientação e expografia de exposições e mostras itinerantes;
  • Valorização do figurino como documento histórico, artístico, político e identitário da resistência cultural LGBTI+.

(2022 e 2023)

Musas Projetos Museológicos

A parceria com a Musas Projetos Museológicos, desenvolvida exclusivamente nos anos de 2022 e 2023, foi determinante para a passagem do Museu Movimento LGBTI+ da concepção à prática museológica estruturada.

Nesse período, a Musas atuou diretamente na organização, qualificação e ativação de parte do acervo histórico do Grupo Arco-Íris, possibilitando:

  • A estruturação, por meio de projeto técnico, da Exposição “Amor e Luta”;
  • A realização da Mostra Itinerante Manifesta+, dedicada à história da Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro;
  • O fortalecimento das práticas de curadoria, expografia, projeto arquitetônico e comunicação museológica.

(2019 – atual)

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) | Grupo Museologia Experimental e Imagem / Escola de Museologia

A parceria com a Universidade Federal de Pelotas, por meio do Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas, teve início em 2016 e permanece ativa até os dias atuais, constituindo uma das articulações mais longevas e estruturantes da trajetória do Museu Movimento LGBTI+.

Ao longo desse período, a cooperação se materializou em diversas frentes:

  • Produção do documentário de longa-metragem Quando Ousamos Existir | Uma História do Movimento LGBTI Brasileiro e de curtas-metragens sobre trajetórias de ativistas;
  • Desenvolvimento de produções audiovisuais compostas por entrevistas de diversas pessoas do ativismo e outras ações no campo da história oral do ativismo LGBTI+;
  • Apoio à produção de exposições, mostras e ações culturais;
  • Consultoria e assessoria técnica em história, memória e organização de acervos;
  • Produção editorial, com destaque para o livro Quando Ousamos Existir, que registra os 40 anos do Movimento LGBTI+ no Brasil (1978 – 2018).

Atualmente, o Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas segue como parceiro estratégico na estruturação do Museu Movimento LGBTI+ e integra o Conselho Gestor do museu, contribuindo para a definição de diretrizes conceituais, técnicas e metodológicas do programa museológico.

Centro de Memória do Ativismo João Antônio Mascarenhas

(2016 – atual)

Universidade Federal de Pelotas

A parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) iniciou-se em 2019 e permanece ativa até os dias atuais, sendo central para o amadurecimento conceitual, metodológico e técnico do Museu Movimento LGBTI+ enquanto um projeto de museologia social, comunitária e experimental.

Essa articulação ocorre no âmbito de projetos de extensão universitária com base na museologia experimental, bem como por meio de assessoria, consultoria e acompanhamento técnico em museologia, voltados à estruturação dos projetos do museu e à consolidação de suas políticas de preservação, documentação, difusão, educação museal, acessibilidade e participação social.

A parceria envolve:

  • Consultoria direta para a elaboração, revisão e aprovação do Plano Museológico (2023);
  • Apoio à definição de princípios éticos e políticas de acervo;
  • Consultoria e assessoria na concepção de publicações, exposições e mostras itinerantes;
  • Desenvolvimento de pesquisas, projetos e levantamentos históricos sobre a memória do Movimento LGBTI+;
  • Articulação e desenvolvimento de projetos de extensão e pesquisa acadêmica.